INVENTÁRIO JUDICIAL OU EXTRAJUDICIAL: QUAL A DIFERENÇA E BENEFÍCIOS?



Para que seja formalizado a transmissão do patrimônio do falecido aos seus herdeiros é necessário realizar o inventário, que pode ser judicial ou extrajudicial.


Mas, qual a diferença deles?


O inventario judicial é proposto perante um juiz de direito, numa vara de família, no fórum. Enquanto o extrajudicial pode ser realizado em qualquer cartório de notas. Independentemente do procedimento, será necessário o pagamento do ITCM.


Como escolher o melhor procedimento para realizar o inventário?


O inventário extrajudicial é mais rápido e pode ser realizado desde que todos os herdeiros sejam maiores e capazes, estejam de acordo quanto à partilha dos bens e não exista testamento deixado pelo falecido.


O valor do inventário extrajudicial é tabelado em todos os cartórios do estado e depende do valor do patrimônio deixado pelo falecido. Na maioria dos casos, o inventário em cartório é mais barato do que o inventário judicial.


Já no inventário judicial é necessário realizar o pagamento das taxas judiciais além do imposto, sendo muitas vezes mais caro, dependendo do valor do patrimônio, se for muito alto.

Independente da modalidade escolhida para realizar o inventario, extrajudicial ou judicial, será necessário o acompanhamento de um advogado para o procedimento da divisão e transmissão dos bens.


Assim sendo, é sempre importante conversar com um advogado especialista para escolher a melhor via para prosseguir com o inventário, que analisará as peculiaridades de cada caso para escolher o melhor caminho.


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